sábado, 23 de março de 2013

Capitulo 32



                                    Siva's Pov

Todos estavam radiantes naquela sala, as meninas não sabiam se choravam ou abraçavam Naree e os meninos estavam me empurrando e pulando em mim, mas a minha sensação de espírito estava tão alegre, tão feliz, tão irradiante, que eu não conseguia tirar aquele sorriso bobo do meu rosto.

Flashback on.

horas antes....

- Naree onde está o meu CD do Bon Jovi? - perguntei a ela, que tinha se enfiado no banheiro a quase 10 minutos..

- Eu não sei Siva. - ouvi ela responder. Estava sentado na cama ajeitando a minha caixa de CD's. estava faltando apenas esse e eu estava tendo quase a certeza que Jay havia pegado. Terminei de organizá-los e coloquei eles na prateleira ao lado das minhas coleções de velas. Comecei a caminhar pelo quarto, Nareesha não saia do banheiro e aquilo estava muito estranho. Cheguei na porta e dei duas batidas.

- Nunu? Está tudo bem? – perguntei.

- S-sim amor. - ouvi ela falar baixo. Percebi que não tinha nada bem.

- Nareesha, você não parece legal.  Está se sentindo bem? - continuei na porta, insistindo pra ela abrir.

- Eu estou bem Seev. Já vou sair. - ela falou um pouco mais alto. Voltei para a cama e me joguei nela, pensando aonde poderiamos almoçar naquele dia. Ouvi a porta do banheiro ser destravada e me sentei na cama, para que eu a pudesse vê-la, Nareesha estava com os olhos um pouco inchados e um sorriso bobo e lindo enfeitava os seus lábios.

- Andou chorando? - me levantei rápidamente indo ao seu encontro.

- Seev, eu... - ela tentou falar, mas as lágrimas escorriam pelo seu rosto, arrodeando as suas bochechas que davam espaço a um sorriso, aquilo estava confuso.

- O que você tem? Está doendo alguma coisa? - falei preocupado a examinando.

- Não Siva,não está doendo, está explodindo aqui. - ela apontou para o seu coração, isso estava soando muito estranho.

- Dói o seu coração? - perguntei já na intenção de levá-la ao hospital.

- Seev, eu preciso te contar uma coisa. - a encarei. - faz dias que estou desregular, e hoje eu quis tirar  a prova. - ela colocou a mão na barriga e naquele instante, parece que o tempo ao meu redor parou.

-  Você...

- Sim Siva, eu estou grávida. - ela sorriu mais ainda e mostrou o resultado que estava dando positivo. Senti minhas pernas tremerem e entao cedi, bem a sua frente, fiquei de joelhos, a altura do seu ventre, encostei delicadamente a mão nela e avistei um sorriso enorme brotar dos meus lábios.

- Está chorando Siva? - ela passou a mão em meu rosto onde as lágrimas escorriam timidamente.

- Eu vou ser pai. - sussurrei desacreditando. Ali dentro da pessoa que eu amava, estava gerando outra que eu mesmo a pouco segundos de saber de sua existência, ja estava amando. Ela me puxou e me abraçou. Continuei a encarando feliz, e então a beijei. Eu ia ser pai!!

FlashBack off

- GENTE EU VOU SER TIA! - Megan gritou.

- Gente um baby Seveesha. – Roxy sorriu.

- Uma criança na casa, ta vendo Nathan, um companheiro pra ti. - Jay gargalhou.

- Haha engraçado. Eu vou mimar esse garotão. - Nathan sorriu.

- Epa! Garota. - Claire gritou.

- Chega de homens nessa casa. – Tess riu.

- Mas gente, eu quero um menino. – Naree comentou.

- Eu vou ensinar ele a tocar bateria. – Roxy gritou.

- É ela gente! Ela tem que aprender a dançar Ballet. - Megan sorriu.

- Vocês já estão mimando meu filho ou filha antes de nascer. - falei abraçando Nareesha.

- Nareesha você corre risco de ter gêmeos. – Tess comentou.

- Ann? – Todos a encararam.

- É gente, o Siva não tem um irmão gêmeo? Genética gente, genética.

- Será? - encarei Nareesha.

- Não sei, isso as vezes nem sempre é verdade. - Megan pensou.

- Pronto, assim não tem mais briga. Vai ser um menino e uma menina. – Roxy riu.

- Já to ficando com dó deles. – Max falou.

- Eles vão ter os melhores tios do mundo. – Tom gargalhou.

- Wow, calma aê gente, não se sabe se serão gêmeos. – falei.

- E ainda Nareesha tem que fazer o pré-natal, pra saber de quantos meses está. - Claire falou.

- Devem ser poucos, considerando o tamanho da barriga dela. – Roxy analisou.

- Talvez de 3 meses né? - Megan perguntou a ela.

- Temos duas médicas aqui. - Nathan falou sarcástico.

- Somos eficientes meu bem. – Roxy riu.

- Eficientes é apelido. - Jay sorriu.

- Jay! – Tess deu um tapa no braço dele.

- Aw meu Deus ta com ciúmes. - Jay abraçou Tess com força.

- Não falo nada pra você Jay. – Tess comentou.

- Vixe Jay, se ferrou. – Tom riu.

- Tess... – Jay fez bico.

- Isso é golpe baixo Jay. – Tess se levantou apontando pra ele.

- O biquinho nunca falha. – Roxy riu.

- Gente, temos que levar Nareesha para o hospital. – falei.

- Calma Siva, estar grávida não é nenhuma doença, ela pode esperar até amanhã. - Megan falou.

- Fica tranquilo Seev. – Naree sorriu.

- Tudo bem, mas eu quero o meu meninão crescendo saudável. - acariciei a barriga de Nareesha.

- MENINA! - Claire gritou.

- MENINO!! – Tom e Roxy gritaram juntos.

- MENINA! - Meg e Claire gritaram contra eles.

- Um Baby! - Nathan falou rindo.

- Um companheiro pra você Nathan. – Tom gargalhou.

- Seu engraçado! - Nathan tirou seu tênis e jogou nele. - ele vai ser quase um filho pra mim.

- Eu acho que ta mais pra um amiguinho. – Nareesha riu.

- Gente, pare de zoar meu namorado. – Roxy riu o  abraçando de lado.

- Olha a pedofilia da Roxy. - Jay gargalhou.

- Gente do céu. - Megan começou a gargalhar.

- Roxy você já pode ir presa. – Tom riu.

- Nossa é verdade. – Roxy entrou na brincadeira.

- EI!! Não estou gostando disso. - Nathan resmungou.

- Já ta ficando nervosinho. – Naree riu.

- Ah já até acostumei com as crises. – Roxy sorriu.

- Gente, vamos voltar a atenção ao baby siveesha. Como vai se chamar? - Claire perguntou.

- A gente nem sabe se é menino ou menina Claire. – Naree comentou.

- Mas vamos pensando logo ué. - ela sorriu.

- Ah isso não é comigo. – Roxy falou.

- Sou péssimo com nomes. – Tom sorriu.

- Eu queria para menino Tmuauá e pra menina Kathânia. – sorri.

- O QUE? Como sempre os pais nunca sabem os nomes para por nos filhos. - Megan rolou os olhos.

- Eu pensei em Jason pro menino ou se não Dexter. – Naree sorriu.

- Dexter, ta vendo Tom, influenciando a Naree. - Claire riu.

- Ae Naree. – Tom riu.

- Na verdade eu tava pensando mais no apelido Dex, é tão bonitinho. – ela sorriu.

- Ta, mas e menina? - Megan perguntou.

- Eu gostei do nome que o Siva escolheu. – Naree sorriu para mim.

- Kathânia? - a olhei sorrindo.

- Sim, eu achei diferente e bem único.

- Ah é legal! - Claire falou.

- Então se for menino é Dexter, menina Kathânia. – Roxy sorriu.

- Isso. – Megan pulou.

- Pronto, tudo resolvido. – Tom riu.

- Então e agora? Não podemos comprar o enxoval porque ainda não sabemos o sexo do bebê. –falei.

- Gente, esperem a Nareesha ir fazer o ultrassom. Talvez a médica nem consiga descobrir o sexo do bebê ainda por que esta muito cedo, o máximo que vocês podem fazer é separar um quarto pra ele ou talvez comprar outra casa pra vocês três. – Roxy falou.

- A gente vai se mudar? - olhei para Nareesha.

- NÃAAAAAO! - Jay gritou.

- Eu não sei. – Naree falou. – vocês vão aguentar o bebê chorando?

- Ah deixa ele lá em casa de vez em quando qualquer coisa. – Roxy sorriu. – eu sou solitária lá mesmo.

- Aw ou pode mandar lá pra casa também. - Meg falou.

- A gente faz até um quartinho pra ele em cada casa. – Max comentou.

- Não vou ficar mais sozinha em casa pelo menos. Vou ter meu “sobrinho” – Roxy riu.

- Roxy, você fala como se eu não te fizesse companhia. - Nathan resmungou.

- Você não fica lá todo dia então, eu fico sozinha a maioria das vezes.

- Só sei que eu vou comprar vários presentes pro baby siveesha. Vamos passear, brincar, tudo. -Megan sonhava e eu sorria dela.

- Vocês vão mimar muito nosso filho. – Naree me abraçou de lado.

- Vamos mesmo. – Tom riu.

Ficamos horas ali falando do nosso filho. Aquilo era uma sensação fascinante, ter uma própria criança que daqui a alguns meses irá trazer a alegria para a nossa casa. Todos estavam felizes e animados com aquela noticia e aquilo para mim estava sendo radiante, logo logo o nosso baby estará conosco.

                                    Max’s Pov

Quando deu 20:00 eu e a Megan resolvemos ir embora, por sorte a nossa casa era na mesma rua da casa dos meninos então voltamos andando mesmo. A noite estava fria e chuviscava um pouco, mas nada que nos incomodasse. Assim que chegamos em frente a nossa casa, puxei a Megan e a peguei no colo.

- Max me solta. – ela pedia rindo.

- Você sabe que eu não vou me cansar de fazer isso. – sorri. Abri a porta de casa com uma certa dificuldade e entramos, fechei a mesma com o pé e subi as escadas até o nosso quarto. Me sentei na cama ainda com ela no colo e comecei a lhe dar leves selinhos.

- Ai Max para. - ela sorria.

- Não vou parar.  – sorri mexendo em seu cabelo.

- Então continua. - ela pediu e deixou o peso do seu corpo cair no meu colo.

- Amor... – beijei a ponta de seu nariz fazendo ela rir. – tenho uma notícia não muito agradável.

- Notícia? O que é? - ela se ajeitou me olhando.

- Vamos ter uma turnê. – falei.

- Não acredito. - ela falou triste. - eu ja deveria esperar, claro.

- Nós vamos passar uns três, quatro meses fora amor. – acariciei o seu rosto. – mas, vai passar rápido, você vai ver.

- Vai passar rápido pra você. Pra mim vai ser um século, um milênio. - ela rolou os olhos.

- Lógico que não, você vai voltr a dançar, vai ajudar a Naree. Faz as meninas virem dormir aqui em casa. – falei. – mas eu vou te ligar todo dia, então não se preocupe.

- Não é o mesmo de estar com você. - Meg fez bico.

- Não fica triste amor. – apertei-a contra o meu corpo. – vamos aproveitar enquanto estamos juntos certo?

- Quando você vai? - ela insistiu na conversa.

- Nesse final de semana.

- JÁ? - ela praticamente gritou e se sentou na cama. - eu não estou preparada.

- Megan tenta entender. – pedi puxando o seu rosto para que ela me encarasse. – a gente tem que ir, eu tentaria te levar, mas alguém tem que ficar com a Naree.

- Tudo bem Max, essa é sua vida. Eu entendo. - ela sorriu fraco. - só que ficar longe de você por meses vai ser dificil-tudo bem Max, essa é sua vida.eu entendo. - ela sorriu fraco. - só que ficar longe de você por meses vai ser difícil.

- Pra mim também não vai ser fácil. – sorri. – mas, a gente vai ter que se acostumar.

- Ah Max! - ela me abraçou forte na altura da cintura como se fosse uma criança a sua mãe.

- Fica tranquila pequena. – comecei a mexer em seu cabelo.

- Não. - ela falou com voz manhosa.

- Meg, não fica assim. – soltei-a um pouco. – olha pra mim.

- Diz. – ela me olhou.

- Como eu vou conseguir viajar sabendo que a minha esposa vai ficar mal desse jeito hum? Não vai demorar Meg, você vai ver.

- Tudo bem Max. - ela sorriu. - pode ir tranquilo, quando você voltar eu vou estar aqui.

- E quando eu voltar, a gente mata toda a saudade. – sorri malicioso.

- Você é um safado sabia? - ela me deu vários tapas no braço. - se liga, vou ser solteira em Londres enquanto você viaja.

- Solteira nada, você esta casada mocinha. – comecei a fazer cocegas nela.

- Ai Max para. - ela começou a gargalhar. - eu vou para as boates me divertir. - ela sorriu.

- Se divertir você pode, sair pegando outros caras que não.

- Ta achando que eu vou te trair Max? Não confia no seu taco não? - ela gargalhou.

- Eu não confio é nesses caras que vivem nos pubs.

- Relaxa, acho que isso espanta qualquer um. – ela mostrou a aliança.

- Como se eles olhassem isso. – revirei os olhos.

- Ah Max confia em mim, eu não vou te trair nem deixar ninguem chegar perto. Pra ser mais exato, nem vou sair de casa.

- Eu confio em você amor, mas você sabe que meus ciúmes é complicado. – sorri.

- Eu sei muito bem isso ouviu seu Maximillian, vou mandar a Roxy ficar de olho em você. Não quero você levando vadias a noite para o hotel.

- Eu tenho uma esposa maravilhosa, pra que vou ficar levando vadias pro hotel?

- Não sei, carência quem sabe? - ela me olhou sugestivamente.

- Impossivel, por que eu sei que vai ter uma mulher incrível, divertida, linda, mavilhosa, engraçada... me esperando.

- Você é homem Max, você pode ter um deslize, e que por precaução, a Roxy vai te dar umas olhadas.

- Eu prometo me comportar direitinho.

- Promete de dedinho. - ela riu e mostrou o dedo midinho.

- Prometo . –ergui o meu dedinho e cruzei com o dela. – parecemos crianças.

- Crianças fofas. - ela fez uma cara engraçada.

- Somos precoces, já estamos casados. – gargalhei alto.

- Isso é falta de criança na casa, ainda bem que vem vindo o baby siveesha.

- Sim, mas eu ainda quero ter um filho. – dei um selinho rápido nela.

- Filho? - ela me encarou surpresa. - pensei que você não quisesse.

- É claro que eu quero, mas menina. – sorri acariciando o seu rosto. – uma mini Megan pela casa.

- Ainda menina? Olha você esta me surpreendendo, como sempre. - ela sorriu. - mas eu quero um menino para ter a sua beleza,o seu charme. - ela beijou meu nariz.

- Pra se careca também? – gargalhei alto.

- Se a careca que é o charme. - ela sorriu. - sou apaixonada por ela.
- Disso eu não sabia. – sorri.

- É sim, sua careca é sexy. - ela ficou de joelhos no colchão e depositou beijos na minha cabeça.

- Você é louca. – comecei a rir.

- Louca pelo meu careca. - ela sorriu.

- Também sou louco por você. – a puxei para o meu colo. – eu te amo.

- Eu também te amo. - ela acariciou meu rosto.

- Já te falei o quanto você é linda?

- Não... hm já - ela gargalhou.

- Então eu vou continuar falando. – sorri largamente.

- Digamos que minha beleza não se compara a sua. - ela piscou.

- Não mesmo... a sua é bem maior.

- Vamos brigar agora? Quem tem várias garotas gritando e suspirando por você? Que dariam tudo pra ter um selinho seu? Você é o gato aqui. - ela concluiu.

- Não vou discutir sobre isso. – revirei os olhos.

- Viu? Ganhei. - ela sorriu vitoriosa. - por isso quando tivermos nosso baby, tem que se parecer com você.

- Se for menino, agora se for menina tem que se parecer com você. – sorri.

- Tem que ter seus olhos. - ela falou.

- Eu ia falar que tinha que ter os seus, mas íamos começar a discussão. – gargalhei.

- Os seus são verdes, a preferência que sejam os seus. Ah Max, se ela ou ele for carinhoso, perfeito como você, não precisa de mais nada. - ela acariciou minhas bochechas.

- Como você também. – sorri largamente. – nossa família será maravilhosa.

- Sim sim. - ela pulou em mim, me dando vários selinhos.

- Calma, calma. – gargalhei alto.

- Sentindo saudades antes de você já ter viajado. - ela riu e continuou me enchendo de beijos.

- Então pode continuar, por que na viagem eu não vou ter nada disso. – sorri.

- É, só das fãs. - ela sorriu.

- Sim, mas não é bem a mesma coisa.

- Ah não é? - ela mordeu meu pescoço e sorriu.

- Não, não é.  – apertei sua cintura.

- Pensei que fosse. - ela se arrepiou ao meu toque.

- Bem... nós temos carinho, amor, beijos, presentes. – falei. – mas nenhuma delas é realmente minha. Eu as amo, mas não como amo você.

- Isso foi realmente fofo e perfeito. - ela sorriu envergonhada.

- Apenas a verdade. – sorri.

- Então...?

- Acho melhor irmos dormir, eu quero ter um bom descanço esse resto de semana. – sorri fraco.

- É eu acho melhor. - ela caiu de costas na cama.

- Então vem pequena. – me ajeitei na cama e a puxei mais para cima. Puxei o edredon, e logo Megan se virou para o outro lado, coloquei meu braço eu redo de sua cintura e aproximei nossos corpos. Meg colocou uma das mãos sobre a minha acariciando-a, enquanto eu fazia um leve carinho em sua barriga. Fechei os olhos com um sorriso bobo no rosto e logo peguei no sono.

                                    Jay's Pov

Os dias estavam se passando rápido. Enquanto ajeitávamos os preparativos para sairmos em turnê, eu tentava recompensar Tess de todas as formas pelos meses longes que vamos passar. Ela estava aceitando devidamente bem aquilo, embora quando se lembrava o tanto de meses que ficariamos longe ela ficava triste, mas nada que a abalasse .

Já era sábado, ou Siva Saturday para mim e os meninos. Estávamos levando as malas para sala quando as meninas chegaram. Nathan adentrou a sala segurando várias malas de Roxy, e ela vinha sorrindo trazendo apenas uma de mão. Coloquei as minhas ao lado do sofá, junto com a dos outros,e abracei Tess que olhava tudo atentamente. Fiz um carinho em seu rosto como conforto, mas logo Kev estava mandando nós levarmos nossas malas até o carro. Peguei as minhas e sai da casa. Joguei no bagageiro, recebendo reclamações de Siva que estava ajeitando, voltei rapidamente para dentro da casa e vi Tess no canto, olhando a gente se movimentar pela casa.

- Não fica assim. - a abracei.

- É difícil não ficar. – Tess sorriu fraco.

- Eu vou voltar logo logo. - sorri para ela.

- Espero que passe bem rápido. – ela suspirou.

- Você vai ter Nareesha,Claire e Megan aqui pra visitar. Eu vou te ligar todo dia e toda hora que eu puder. - beijei sua bochecha.

- Não esquece de ligar ta bom? – Tess me abraçou. – vou sentir sua falta.

- Eu não vou esquecer de você minha loirinha. - a abracei forte e beijei o topo de sua cabeça. - eu também vou sentir muito a sua falta.

- Acho bom não esquecer mesmo. – Tess sorriu. – por que se não você apanha.

- Ui eu gosto. – gargalhei. - mas saiba que se eu não ligar, é porque eu perdi meu celular, então eu pego de um dos meninos.

- Eu coloquei uns dois reservas na sua mala. - Tess riu. – eu te conheço bem Jay.

- Sério? - a olhei surpresa. - obrigado, eu vou precisar mesmo. -a abraçei forte.

- Vamos meninos. – Kev chamou.

- Mas... – Tess suspirou.

- Temos que ir. - beijei seus lábios.

- Boa viagem. – ela sorriu fraco.

- Me espera. - dei um beijo mais profundo nela e sorri. Nos viramos e vimos todos se despendindo.

- Vamos amor. - Nathan pegou na mão de Roxy, que estava abraçando as garotas.

- Vamos. – Roxy sorriu.

- Tchau amor, vou te ligar. E cuida bem do nosso bebê. - Siva beijou Nareesha e depois se abaixou dando um beijo na barriga dela.

- Pode deixar amor. – Nareesha limpou algumas lágrimas.

- Nada de pub, nada de festa e muito menos baladas. – Tom riu e deu um selinho rápido em Claire. – a gente volta logo.

- Vou tentar me controlar, mas eu não prometo. - ela gargalhou. - a gente se vê. - ela o abraçou.

- Queria que você fosse comigo. – Max estava abraçado a Megan. – fica sempre com o celular, ok?!

- Tudo bem Max. - ela sorriu. - ele está aqui no bolso.

- Vamos pessoal! - Kev chato chamou outra vez.

- Tchau suas loucas. – Roxy gritou já entrando no carro.

- Tchau meninas! Cuidem da Tess. - sorri largamente e pisquei para Tess em pé na calçada.

- Meninas, levem a Nareesha para a consulta semanal, não esquece as vitaminas amor, e faz a ultrassom.

- Cala a boca Siva. - o puxei pra dentro do carro.

- Ele ta preocupado com o filho dele Jay, para de ser insensível. – Roxy riu.

- Elas sabem cuidar dela. - rolei os olhos.

- Tchau meninas! - Nathan acenou e entrou.

- Cheguei. – Tom entrou segundos depois.

- Vamos Max, a Megan não vai fugir. – Roxy gritou da janela.

- To indo. – Max deu um ultimo selinho na Megan e entrou no carro.

- Se cuidem pessoal! - Claire gritou da calçada.

- Nada de vadias, Roxy fica de olho. - Megan apontou para nós.

- Tchau pessoal. - Tess ascenou e então mandei um beijo a ela.

- Tchau meninas. – Roxy gritou. – pode deixar que eu cuido deles.

- Cuidar? Você? – Tom gargalhou.

- Cala a boca Thomas.

- Deixem ela. - Nathan deu um peteleco em Tom. A van começou a andar e as meninas foram ficando para trás, meu olhar não fugia de Tess até que dobramos a esquina em direção ao aeroporto.

- 4 meses fora hum?! – Roxy comentou. – to vendo eu ficar acabada com essa turnêe.

- Vai se acostumando. - Siva sorriu. - será que vai ficar tudo bem com as meninas? E a Naree? E o bebe?

- Siva, relaxa. – Tom riu. – as meninas vão cuidar bem dela.

- Papai de primeira viagem. - Nathan sorriu.

- Não precisa de desespero. – Max falou. – as meninas vão te avisar sobre tudo.

- É Seev, relaxa. – sorri.

- Toma um pouco de café. – Roxy lhe entregou o copo que tinha em mãos.

- Gente eu to calmo, é que... cara eu vou ser pai. - ele sorriu.

- Papai Siva. – Tom gargalhou alto.

- Fica quieto Tom. – Max deu um tapa em seu braço.

- A sensibilidade de vocês me comove. – Roxy revirou os olhos.

- Vai ter um "Sivinha". – gargalhei.

- Siveeshinha. – Tom ria alto.

- Vocês não prestam. – Roxy sorria.

- Um bebezinho com a paciência do Siva e a delicadeza da Nareesha. - Nathan falou.

- Tomara que ele não herde a sua viadagem, por que eu vou ensinar ele a pegar muitas menininhas. – Tom gargalhou.

- E se for menina gente? – perguntei.

- Ai ela aprende com a titia Roxy. – Roxy riu.

- Espero que dê pra saber logo o que é. - Siva falou.

- Você vai descobrir logo. - Max sorriu.

- Vamos mudar de assunto antes que o Siva desista da turnê. – falei.

- Vamos pra onde primeiro? - Roxy perguntou.

- Austrália. - Nathan respondeu.

- Você vai gostar. - Tom sorriu.

- Deve ser lindo. - Roxy sorriu largamente

- E quente. – falei.

- Vamos nadar com os tubarões de novo certo? - Max perguntou animado.

- AAAAA EU QUEROOO! - Roxy gritou.

- Eu não vou. - Nathan amarelou outra vez.

- Ah não amor. - Roxy resmungou.

- E-eu não gosto disso. - ele se virou para a janela.

- Nathan mijão. - falei sorrindo.

- Vai amarelar de novo baby? – Tom riu.

- Você é muito bebê. – Max revirou os olhos.

- Me deixem! - ele gritou.

- Ei, ei. Chega de irritar o Nathan. – Roxy falou. – mesmo sendo tudo verdade. – sussurrou para mim.

- Se vocês quiserem ir, podem ir, eu não estou forçando a ficarem sem nadar. - ele esbravejou.

- Calma gente, nós ainda nem pegamos o avião. – falei.

- É gente, credo! A gente mal viajou e já estão discutindo, desse jeito eu vou deixar vocês irem sozinhos e vou ficar com as meninas. – Roxy comentou.

- Ah gente relaxa ai. - Siva sorriu.

- Chegamos. - Kev finalmente falou. Paramos a van no aeroporto e logo descarregamos as bagagens.

- Alguém me ajuda? – Roxy sorriu.

- Enquanto isso vou fazendo o check-in. – Kev entrou e logo sumiu.

- Vai Nathan ajuda ai. - empurrei ele que bateu nas malas e rimos.

- Idiota! - ele veio com toda força e me empurrou, me fazendo cair em cima das minhas malas.

- Seu viado! - sorri me levantando e ajeitando as malas.

- Max enquanto as crianças brincam você me ajuda? – Roxy perguntou pegando algumas de suas malas.

- Vamos Roxy! – Max revirou os olhos e a ajudou.
Entramos no aeroporto e ficamos esperando na sala de embarque. Tom pegou salgadinhos na máquina e começou a jogar pra cima, eu e ele tentando pegar com a boca. Ficamos ali até ouvirmos a voz feminina chamar o numero do nosso voo. Sorrimos e pegamos apenas nossas mochilas. ali começava a nossa jornada de turnê.

                                    Tom’s Pov

Os shows na Austrália passaram rápidos, fizemos tudo o que era possível naquele país. Nadamos com os tubarões de novo, por insistência da Roxy fomos ver alguns cangurus e coalas... já estávamos dentro do avião novamente em direção a América do Norte onde tinhamos uns cinco shows programados mais algumas entrevistas em rádios.

- É nesses horas que eu precisava de uma massagem da Claire. – reclamei me ajeitando no banco do avião.

- Para de reclamar Tom. – Max virou para o outro lado. – eu quero dormir.

- Bom saber que tenho amigos que se importam comigo. – revirei os olhos. Coloquei meus fones de ouvido e fiquei curtindo a minha playlist enquanto todos dormiam...

Assim que chegamos no aeroporto, pegamos nossas bagagens de mão e descemos o mais rápido possível. Cumprimentamos as fãs que estavam nos esperando e fomos em direção ao hotel, era sempre aquela mesma rotina, o que chegava a ser cansativo as vezes. Me joguei na cama e adormeci até a hora do show.
Por sorte o local que faríamos o show não era longe, então chegamos em alguns minutos. Cantamos as musicas mais conhecidas e umas duas que não cantávamos a um bom tempo. Quando saimos do palco, peguei meu celular e liguei para Claire para saber como elas estavam, Naree estava indo normalmente as ultrassons e na próxima descobriria o sexo do bebê, o que deixou o Siva mais ansioso do que nunca.

Xx

Na manhã seguinte, fomos a uma das rádios em Los Angeles. Confirmamos a maioria das perguntas, que incluíam meu relacionamento com Claire, o de Tess e Jay, a gravidez da Nareesha e o casamento do Max. Roxy tinha ficado no hotel programando algumas coisas pra gente fazer naquela noite, de acordo com ela, precisávamos de uma noite para nos divertir e espairecer.
Chegamos ao hotel por volta das 13:00, comemos um lanche bem rápido e começamos a nos arrumar pra ir a passagem de som.  Nathan como sempre se atrasou um pouquinho, mas nada que atrapalhasse o nosso “ensaio”...

O show assim como o da noite passada estava lotado, e tinha sido completamente maravilhoso. Por sorte aquela turnê estava passando rápido, mesmo amando toda essa vida de rockstar, eu ainda sentia falta da minha família e da minha namorada.

Depois daquele show, fomos todos para um pub meio que comemorar o nosso sucesso. Roxy não deixou que a gente bebesse o tanto que queríamos, o que me deixou frustrado. Considerando o fato de que eu estava sem minha namorada e completamente cansado, tudo o que eu precisava era ficar bêbado.

Xx

Dois meses já haviam se passado e estávamos fazendo shows na América do Sul. Estávamos no Brasil quando Siva recebeu a noticia de que Nareesha teria um menino, acho que nunca o tinha visto tão feliz quanto naquele dia, falei com a Claire como sempre e ela sempre me dizia que estava com saudades e que tinha uma surpresa pra quando eu voltasse, me fazendo ficar ansioso e mais animado a cada dia que se passava.

Naquela noite, o show tinha sido um tanto quando especial. Siva tinha compartilhado com as nossas fãs sobre o seu filho e todas ficaram felizes ao ver o jeito animado dele, e para não deixar em branco aquela noite, fugimos da nossa playlist e cantamos só musicas antigas e alguns covers diferentes do que eramos acostumados a fazer.

Como sempre fazíamos, aproveitamos ao máximo os países que visitávamos, e com o Brasil não foi diferente. Visitamos algumas praias, e até passamos na casa dos pais da Megan e da Roxy para saber como eles estavam. Rose e August se resolveram e agora estavam morando juntos novamente. Megan com toda certeza iria amar a noticia.

Xx

A turnê já estava acabando, estávamos passando por alguns últimos países na Europa e logo voltaríamos para casa, todos estavam esbanjando felicidade. A não ser por Nathan e Roxy, já que os dois não se desgrudavam um  minuto e faziam questão de esfregar na nossa cara que eram o único casal ali.

O ultimo show seria na Irlanda, e como esperado, o Siva aproveitou os nossos dois dias de folga e foi visitar a família, enquanto nós dávamos conhecíamos cada ponto turístico da cidade na qual estávamos. Nesse ultimo show, havíamos preparado uma surpresa para as garotas que nem Roxy sabia.

Assim que entramos no palco, cantamos umas duas musicas e logo paramos. Max começou a fazer um discurso em homenagem a Megan, assim como Jay fez para Tess, Siva para Naree e Nathan para Roxy que se desmanchava em lágrimas com as palavras dele. Na minha vez, eu cantei um trecho de uma musica na qual a Claire adorava e depois falei algumas coisas. Olhei para a plateia e todas as garotas fungavam, e limpavam os rostos que estavam molhados pelo choro. Continuamos com o show, e logo que saimos desliguei o meu celular, eu não queria saber da reação da Claire por celular. 

Queria ouvi-la dizer pessoalmente tudo o que pensava sobre aquilo que eu tinha falado, queria ver o seu choro de alegria, queria poder abraça-la logo em seguida, e finalmente beija-la.

                                        Megan's Pov

Estavamos na expectativa. Os meninos iam voltar no dia seguinte e tinhamos que estar prontas para recebe-los de volta depois de longos meses. Amarrei meu cabelo em um coque, meio assanhado, já que Claire inventou de cortá-lo, e desfiou ele todo, estava parecendo uma rebelde agora. Desci as escadas correndo e Nareesha estava sentada no sofá, tomando algum suco e assistindo TV, sua barriga de 7 meses já era bem grande em relação ao seu corpo. Dei um beijo no topo de sua cabeça e acariciei sua barriga.

- Bom dia Dex . - falei com o neném.

- Até que enfim dorminhoca. - Claire apareceu na sala, com os olhos ainda Inchados. sim, vimos  o video do show dos meninos ontem, como sempre faziamos desde a turnê, e aquelas declarações nos fizeram chorar por mais de 3 horas.

- Cala a boca Claire, você parece que nem dormiu. – sorri.

- Não mesmo, só de pensar que amanhã Tom vai estar aqui, eu ja fico ansiosa. - ela falou e Nareesha sorriu com o canudo na boca. Suspirei pesad, .eu estava com saudades do meu careca lindo. Era muita saudade que eu chegava a chorar as vezes sentindo a sua falta ao meu lado a noite.

Passamos a tarde na sala comendo besteiras e assistindo filmes. Tess tinha chegado antes do almoço e aquilo só nos deu mais angustia, pois ela iria dormir ali para ver a chegada dos meninos amanhã. Estavamos largadas na sala, o filme que passava não adiantava para passar o tempo. Naree acariciava a barriga assisitindo a TV enquanto as outras quase babavam de tédio.

- Gente, já são quase 5:00 hrs da tarde, eu to com fome, vou pedir uma Pizza. - me levantei e peguei o telefone. Fiz o pedido e quando deu 5 minutos a campainha soou.

- Que rápido!! - Nareesha falou.

- Sério que você pediu no mesmo lugar? - Claire sorriu.

- Vai lá! - Tess reclamou e eu fui atender a porta preguiçosamente. Esse pessoal sabia o que era serviço expres,. antes de abrir a porta começei  a procurar o dinheiro no bolso, puxei a porta sem olhar pra cima, bem a Claire tinha roubado o dinheiro.

- Calma ai moço não to achando o dinheiro. - falei mexendo nos bolsos.

- Não sabia que eu recabia dinheiro por voltar para casa. – ouvi a voz de Max e rapidamente levatei a minha cabeça para olhar quem estava ali na minha frente.

- MAX? - gritei e vi os meninos atrás deles retirando as malas. - MAX! - gritei outra vez e pulei em seu pescoço, o abraçando forte.

- Estava com saudades pequena. – ele me apertou contra o seu corpo.

- Cadê o meu anjinho? – Tess se levantou.

- TESS! - ouvi Jay gritar e levantei os olhos. Tess passou por nós e correu até ele, pulando em sua cintura e ele a rodando e beijando.

- SAI DA FRENTE JAY!! – ouvi Tom gritar. – CLAIRE, CLAIRE!!

- TOM! MEU AMOR! VOCÊ VOLTOU PRA MIM! - ele entrou na casa correndo e os dois se abraçaram e começaram a se beijar.

- Nareesha? Onde está meu amor? - Siva veio caminhando da calçada rapidamente até nós.

- Sai da frente gente. – Nareesha passou por mim e Max, e depois empurrou Jay e Tess. – SEEV!! – os dois se abraçaram levemente e logo Siva passou a “conversar” com seu filho.

- Familia, cheguei! - Nathan gritou e sorriu para nós.

- Ninguém quer saber de você Nathan. – Max sorriu ainda me encarando.

- ROXY! - gritei para ela que parecia cansada.

- Eu to morta! – ela se jogou no sofá.

- Aproveitou a viagem? Conheceu outros países. - falei sorrindo.

- Cuidar de cinco caras durante uma viagem, não é o que eu chamo bem de aproveitar.

- Ah mas o Max não deu trabalho. Deu? - o olhei sugestivamente, já que ele ainda estava na minha frente.

- Não dei amor. – Max riu.

- Tenta segurar o Tom, o Max e o Jay quando eles estão precisando de cerveja.

- Tom você deu trabalho pra Roxy! - Claire deu vários tapas nele.

- É mentira amor. – Tom riu.

- O mais comportado era o Siva. Nem o Nathan me dava sossego. – Roxy riu.

- Sou um pai de família. - Siva se gabou.

- Agora que vai virar papai, ta cheio das gracinhas. – Max revirou os olhos.

- Cala a boca Max. – Nareesha mostrou a língua pra ele.

- Da pra vocês fazerem alguma coisa de útil? Tipo pegar um rémedio de dor de cabeça pra mim? – Roxy pediu.

- Eu vou! - corri para a cozinha e peguei o remédio em cima da geladeira. - ela é chata não toma desse. - falei e me abaixei para pegar na gaveta um comprimido.

- CORRE MEGAN! A ROXY TA QUASE TENDO UM TRECO. – ouvi Tom gargalhar.

- CALMA! - me levantei rápido e corri para a sala, quase derramando o copo de água. - Toma aqui! - dei pra ela.

- Obrigada Megan, só você é útil nessa casa. – Roxy riu tomando o remédio.

- Viu eu sou útil. - sorri e começei a festejar. – Manés!

- Haha engraçada. - Jay revirou os olhos.

- Como se a opinião dela valesse alguma coisa. – Tom falou.

- Ei chega de discussão. – Tess interrompeu.

- É parou! - gritei e a campainha soou. Corri para a porta e era a pizza, paguei e voltei com a caixa em mãos. – olha só, quem chegou agora vai ficar sem comer porque eu só pedi uma grande pras meninas.

- Eu vou subir para dormir um pouco. – Roxy se levantou. – bom apetite.

- Eu vou com você amor! - Nathan pegou na mão dela.

- Então vamos. – os dois subiram as escadas e sumiram de vista.

- Eu vou comprar algumas cervejas. – Tom falou.

- Me leva! - Claire pulou nas costas dele.

- Que folga! – Tom riu e os dois saíram de casa.

- E ai vocês querem pizza? – Nareesha peguntou já colocando o seu pedaço na boca.

- Eu quero! - Siva pediu.

- Essa daí ta comendo por 5 pessoas. - falei e gargalhei.

- Desejo de grávida. – Naree riu.

- E que desejo viu. – Tess comentou.

- Me dá um pedaço aê. - Jay pediu se jogando no sofá e puxando Tess.

- Eu também quero. – Max pediu.

- Aqui. – Nareesha estendeu a caixa e cada um pegou um pedaço.

- Isso realmente está bom. – falei.

- Esta maravilhoso. – Naree riu. – me da mais um pedaço.

- Eu não falei? Toma aqui. - sorri e passei o pedaço a ela. - meninos, pensei que só voltavam amanhã.

- Mudanças de planos. - Siva sorriu.

- Resolvemos fazer uma surpresa. – Max comentou.

- Melhor vir hoje do que amanhã. Iamos passar mais uma noite longe de vocês. - Jay beijou Tess.

- Eu ia morrer de saudades da minha princesa e do meu bebê príncipe. - Siva beijou Naree e deu varios beijinhos na barriga dela.

- Own que amor. – Naree sorriu largamente.

- To com inveja. – Tess riu.

- Hum invejosa! - sorri e a empurrei.

- Ah Meg o amor desses dois é  a coisa mais fofa. – Tess apertou as bochechas deles.

- É muito fofo mesmo. – sorri.

- Sentimentais vocês. - Jay revirou os olhos.

- Sentimentais nada, apenas gostamos de carinho de vez em quando. – Tess mostrou a língua.

- Gosta de carinho né? - Jay correu até ela e começou a fazer cosquinhas nela.

- Pa-para Jay! – Tess gargalhava alto.

- Não!!!!! - Jay a agarrou por trás e começou a roda-la rapidamente.

- Para de bagunça Jay. – Max riu.

- Deixa eles pelo menos serem felizes. – impliquei.

- Mas eles são. – Max apontou pra eles. – eu que to triste.

- Triste? Porque? - o olhei preocupada.

- Por que você ta longe. – ele abriu os braços.

- Não seja por isso. - sorri e corri para os seus braços sendo recebida por eles.

- Estava com saudades. – Max me abraçou mais forte.

- Eu também meu amor. Todo minuto eu pensava em você. - afundei meu rosto em seu peitoral e senti o seu cheiro.

- Gostou da homenagem de ontem? – Max começou a mexer no meu cabelo.

- Amei. Foi lindo aquilo que você fez Max, não tenho como te retribuir isso nunca. – sorri.

- Tem sim!! – Ele sorriu malicioso.

- Tem? Como? - levantei a cabeça e o encarei.

- Pra começar, eu quero um beijo.

- Tudo bem! - sorri e selei nossos lábios, ele já começando a aprofundar mais sem perder tempo. Nossos lábios se movendo em desordem mas estavam ao mesmo tempo unidos. Estava sentindo muita falta dele, nos separamos por falta de ar e sorri para ele.

- Vocês já estão se agarrando? – Naree riu.

- Você também tava com o Siva. - falei mostrando a língua.

- Ah mas, não se comendo como vocês. - Siva riu.

- Calem a boca. – Max revirou os olhos.

- Vocês dois ai também. – Naree jogou uma almofada em Tess e Jay que se beijavam calorosamente.

- Estraga prazeres. – Tess resmungou.

- Naree! - Jay resmungou tomando fôlego.

- Depois falam da gente. – Max riu.

- Ah a gente esta matando a saudade. – Tess gargalhou.

- Nós também, só porque a Nareesha tinha um pouquinho do Siva com ela, mas eu não tinha do Max e to com saudade ainda. - sussurrei resmungando.

- Como não? – Max levantou minha mão. – acho que isso aqui representa um pouquinho de mim. – Max apontou para a aliança.

- Ah é! – sorri. - mas ela tem uma pessoinha do amor dela dentro de si Max. – falei.

- Megan dramática! - Jay gargalhou e mandei o dedo para ele.

- Ah amor. – Max me abraçou forte. – se você quiser a gente tenta mais tarde. – sussurrou.

- O QUE? - gritei surpresa mas tampei a boca ainda o encarando.

- Vish! Foi coisa boa. - Siva gargalhou.

- Segredo de casados. – Max riu.

- Nossa! - Jay revirou os olhos. - vem Tess, vem matar a saudade. - Jay a puxou fazendo ela cair em cima dele.

- Se acalma Jay! – Tess sorriu.

- Calma nada! - ele beijou o pescoço dela e a agarrou, suspendendo ela nos braços.

- Nossa! – Naree arregalou os olhos.

- Jay! JAY! – Tess gargalhava. – eu tenho cocégas no pescoço.

- Vamos! - Jay carregou ela nos braços e começou a subir as escadas.

- Silêncio ok? – sorri.

- Pode deixar. – Tess riu e os dois logo sumiram.

- Essa casa ta cada dia pior. – Max sorriu.

- E eles nem esconderam isso. - Siva falou.

- Como se adiantasse esconder. Vocês vem com um sorriso do tamanho do mundo quando fazem essas coisas. – Naree comentou.

- Olha quem fala. E voce tambem não escondeu né? - sorri e apontei sua barriga.

- Isso é meio difícil de esconder né?!!

- Aww mas não devia esconder mesmo não, porque graças a você e o Siva vamos ter um baby! -pulei feliz.

- E que vai ter os piores tios. – Max sorriu.

- Acho o contrário! - Siva riu. - acho que ele vai ter os melhores tios que vão amar ele muito. - Siva sorriu.

- Que lindo esse Siva gente. – falei.

Ficamos ali na sala conversando e rindo até eu e Max resolvermos ir embora. Subi e despedi de todos. Max pegou suas bagagens e saimos arrastando pela rua até a nossa casa. Entramos nela rapidamente, puxando as malas.

- Lar doce lar. - falei jogando as chaves na mesinha.

- Finalmente em casa. – Max suspirou.

- Saudades dela? - sorri ligando a TV.

- De tudo. – Max se jogou no sofá.

- Quer algo? - puxei suas pernas para colocar em cima do sofá e me levantei. Ele deveria estar bem cansado.

- Quero que você fique aqui comigo.

- Nem uma bebida? Que estranho. – sorri.

- Bebi demais na viagem. – Max deu de ombros.

- Tudo bem né! - puxei suas pernas e me sentei no sofá, prestando atenção na TV.

- E como foi passar 4 meses aqui só com as meninas?           

- Foi legal... é foi bom, mas nada se compara a estar com você. - sorri olhando a TV.

- Bom saber. – Max sorriu largamente.

- Uhum bom saber. Aposto que nem sentiu minha falta né? Podia sair com qualquer uma. - sorri por dentro.

- Olha aqui mocinha. – Max apontou para mim. – Você sabe que eu não seria capaz de te deixar por nada.

- Uhum, ta bom. Se aparecesse uma gostosona na sua frente você iria cair em cima. - falei segurando o riso da cara dele.

- O que adianta ser gostosa e ter merda na cabeça? – Max riu.  – sou muito mais você.

- Não sou gostosa e tenho merda na cabeça. – gargalhei.

- Para com isso. – Max riu. – você sabe que eu te amo.

- Awn eu sei amor. Eu também te amo, mas só de pensar nessas mulheres se esfregando em você eu fico com ciúmes. - falei fazendo bico, mas era a pura verdade.

- Eu estou casado com quem? – Max arqueou a sobrancelha. – com quem eu pretendo ter filhos, e ter uma família?

- Não sei. Quem é?? – sorri.

- Vou te dar dicas. – Max sorriu. – ela é linda, muito talentosa, ciumenta, louca, tem uma aliança com o meu nome, ficamos separados por muito tempo por um erro idiota, agora estamos casados, e a quatro meses atrás eu fui para uma turnê e fiquei morrendo de saudades dela, fiz até uma homenagem. – Max falou orgulhoso. – mas, parece que ela não sentiu minha falta também, por que fica me enchendo de perguntas, enquanto podíamos estar nos beijando, ou tentando ter nossos filhos. – ele gargalhou alto.

No momento eu fiquei processando tudo o que ele havia falado, um sorriso bobo começou a surgir em meus labios e o final que ele havia dito.

- Max seu safado. - bati em seu braço. - só queria saber se tinha sentido falta. E parece que sim. -sorri tímida.

- Ai não precisa bater também. – ele riu. - agora você quer por favor ficar mais perto de mim? Esta muito longe pequena.

- Você que pediu. - pulei em cima dele, ficando de rostos colados - assim ta bom?

- Esta ótimo. – Max sorriu acariciando o meu rosto.

- Saudades disso. - fechei os olhos sentindo o seu carinho.

- Senti falta do seu rosto. Do seu cheiro. – Max depositou um beijo leve no meu pescoço. – Do seu corpo, da sua boca, de tudo.

- Isso é engraçado. Antes eu nem te conhecia e agora, não consigo passar um dia sem te ter por perto. Achei quem eu procurava. - beijei seu nariz.

- É o que acontece quando você encontra o amor da sua vida. – Max sorriu.

- Te amo Maximillian. - sorri besta.

- Te amo Megan.

Dei um beijo nele e ficamos ali,matando a saudade, sem nos importar onde estavamos, porque ali era a nossa casa, e eu desejava ele pra mim, sentia muita falta dele.

                                    Nathan's pov       

Estava deitado atrás de Roxy. Ela estava com dor de cabeça então ficamos ali deitados assistindo TV, enquanto estava fazendo um carinho em sua cintura descoberta, acho que ela estava dormindo, pois sua respiraçao estava lenta.

- Roxy? Amor dormiu? - sussurrei em seu ouvido.

- Não amor. – ela se virou, ficando de frente para mim.

- Pensei que sim, estava tão quieta. - sorri acariciando suas bochechas.

- Só estou um pouco cansada. – Roxy sorriu fraco.

- Essa turne te deixou cansada não é? Se eu soubesse que ia se cansar tanto não teria deixado você ir. - falei acariciando suas marcas roxas ao redor dos olhos de cansaço.

- É que eu ainda não estou acostumada, mas foi bom esses quatro meses. Pelo menos nós não ficamos longe um do outro.

- Verdade. Eu iria morrer de saudades. - a abracei forte puxando para mim.

- Eu também amor. Ficar quatro meses sem você, seria terrível. – Roxy sorriu largamente.

- Ainda bem que ficamos junto o tempo todo. - beijei o seu queixo.

- Uhum. – Roxy entrelaçou nossas pernas. – obrigada pela homenagem.

- Você realmente gostou?

- Eu amei, foi linda.

- Que bom amor. - lhe dei um beijo rápido. - eu fiz pensando em sua felicidade, e... eu nunca fiz nada disso para uma garota, apenas para meu amor,você. - sorri bobo.

- Me sinto honrada. – Roxy brincou. – agora falando sério... obrigada mesmo, segurei o choro naquela noite, a não ser quando chegamos no quarto que você foi dormir, e eu fiquei vendo a gravação do show e repetindo toda hora a mesma parte. – Roxy corou.

- Eu tinha que mostrar o tamanho do meu amor por você. - brinquei com os seus dedos. - eu te amo Roxy, mais do que a mim mesmo. Eu as vezes paro e fico pensando como minha vida seria sem você, mas logo desisto porque você já faz parte dela, você é minha vida.

- Você também é a minha. Agradeço todos os dias por aquele dia em que você me levou no banheiro do pub. – Roxy sorriu.

- Já pensou se ainda estivessemos brigando? Se não estivessemos bêbados? O que eu estou falando...? Eu ainda sim teria me apaixonado por você.

- É acho que isso era para acontecer de qualquer jeito. – ela riu. – mas, do nosso jeito foi mais divertido.

- Bem divertido. – sorri. - e é por isso que eu te amo. - a beijei.

- Também te amo preguicinha. – Roxy riu.

- Preguicinha foi covardia. - gargalhei, sacudindo a cama toda.

- A culpa não é minha se você parece uma. – ela mostrou a língua.

- E você parece... parece... uma louca! - mordi sua bochecha.

- Vou considerar como elogio. – Roxy arqueou a sobrancelha.

- Considere. Tudo o que eu falo pra você é com amor. – sorri.

- Ai que esse menino ta muito carinhoso hoje. – Roxy riu me abraçando.

- Você gosta quando eu sou mal e chato? - a olhei.

- Não! Você chato me irrita e a gente acaba brigando, assim esta maravilhoso.

- Que bom amor. - abracei ela. - eu acho muito lindo você com raiva. – sorri.

- Você também fica bonitinho estressado, mas depois da nossa ultima briga, eu não quero mais te ver assim comigo. – Roxy suspirou.

- Tudo bem, me desculpe, sério, aquele meu strees não vai se repetir. - puxei sua mão entrelaçada a minha e a beijei.

- Tomara que não. – ela sorriu fraco.

- Amor não fica assim. - a abracei forte. - sabe que um relacionamento tem que ter seus altos e baixos, se for a mesma coisa melosa iria ser chato. – sorri. - isso soou gay não?

- Um pouquinho. – Roxy riu. – Mas, eu não to pedindo para ser a coisa mais melosa, é só que... mesmo que foram só quatro dias, eu pensei que você não ia nunca mais olhar na minha cara, poxa Nathan eu te amo muito, não é fácil.

- Ta amor, desculpa. Eu sei que eu sou chato, me perdoa. Eu te amo e aguentar a mim mesmo deve ser horrível. – sorri.

- Ei ei, para com isso. – Roxy me deu um selinho rápido. – você não é chato e não é horrível te aguentar Nathan! – ela falou séria.

- Pode falar a verdade. Quando dou meus ataques vejo as pessoas se afastarem. – sorri.

- É que quando você da os seus ataques, você fica pior que eu. Mas isso não faz de você um chato ou algo do tipo.

- Tudo bem, eu acredito em você. - a beijei, nos silenciando enquanto curtiamos o beijo. Me afastei quando senti ela puxar ar e sorri para ela novamente.

- Ainda estou um pouco cansada, então vai ter que se contentar com beijos mais curtos. – Roxy sorriu.

- Tudo bem, não quero te cansar. – sorri.

- Eu não me importo. É só ir com mais calma.

- Vou tentar Roxy. - sorri e a beijei dessa vez calmamente.

- Bem melhor. – ela sussurrou e sorriu entre o beijo.

- Não sei se aguento só assim. - sussurrei distribuindo beijos pelo seu rosto.

- Então o que você quer amor?

- Acho que não precisa eu falar. - sorri e apertei sua cintura.

- Ah Nathan, eu acho que precisa sim. – Roxy sorriu. – eu não to entendendo muito bem.

- Roxy... você esta cansada. - falei em seu pescoço e comecei a rir.

- Ah Nathan... – Roxy choramingou.

- Você quer mesmo? - desci a mão pela sua cintura, fazendo circulos em sua pele.

- Você sabe que eu não resisto quando me provoca. – Roxy mordeu o lábio inferior.

- Hum não sei... você esta cansada. - sorri. Iria provoca-la.

- Você vai me fazer implorar por isso mesmo?

- Não sei, você quem sabe. - subi minha mão por dentro de sua blusa e quando fiz o gesto de tocar seu seio, a retirei rapidamente.

- Você sabe que eu posso entrar no seu jogo de provocações também, não sabe ? – Roxy sorriu subindo um pouco de sua blusa.

- Não Roxy, sério voce esta cansada. - fechei os olhos tentando não olhar pra ela.

- Tem certeza?

- Certeza eu não tenho, mas não quero te cansar.

- Ta bom você que sabe. – ouvi um barulho na cama e rapidamente abri os olhos vendo Roxy em pé ao lado da mesma.

- Vai aonde? - me sentei rapidamente.

- Tomar um banho quente, eu não preciso descansar?!

- Posso te ajudar? Te faço uma massagem. - me levantei da cama retirando rapidamente a camisa e calçando os chinelos.

- Eu não precisava descansar? Relaxar? – Roxy arqueou a sobrancelha.

- Ué, eu vou apenas te fazer uma massagem. - levantei as mãos. - mas se não quiser eu volto pra cama. - sorri e pulei de volta.

- Tanto faz, você já acabou com a graça.  – Roxy deu de ombros e fez bico.

- Ah Roxy não fica assim. - voltei e a abracei com força.

- Culpa sua Sykes.

- Ta vem, eu te faço uma massagem e outras coisas mais. - a puxei pela mão.

- Não quero que você se sinta obrigado a fazer isso.

- Com uma mulher como você, quem vai fazer algo obrigado hum?? - sorri para ela.

-  Até agora você não estava querendo nadinha.

- Roxy, se você não quer nada, tudo bem. - a encarei e soltei sua mão. - agora esfriou tudo.

- Na verdade, esfriou faz tempo. – Roxy entrou no banheiro.

- Roxy, não fica com raiva de mim. - comecei a bater na porta. - lembra ainda pouco que voce disse que odeia brigar.

- Eu odeio, mas que nem você disse “não queremos muita melação” – ela respondeu destrancando a porta.

- Então nada de melação. - abri a porta rapidamente e a empurrei, fazendo ela encostar na pia. Comecei a depositar beijos em seu pescoço e fui logo retirando sua blusa.

- Quer me matar de susto? – Roxy já estava ofegante.

- Susto não, outra coisa sim! - apertei com força sua coxa.

- Então vem. - Roxy me puxou para dentro do box.

- Isso é legal. - sorri e liguei o chuveiro, não me importando se ainda estavamos de roupa. Agarrei Roxy outra vez e comecamos a nos beijar. Ela passou as pernas em minha cintura e a encostei no vidro do box para não cair.

- Perai... por que você ainda esta de camiseta? – Roxy parou de beijar o meu pescoço.

- Se segura ai. - falei e ela se soltou de mim, dando espaco para eu retirar a minha camiseta. Voltei a beija-la com mais força. - agora esta melhor...

- Muito melhor. – Roxy me puxou pelo cos da calça jeans. – ainda quero minha massagem.

- Tudo bem! - puxei seu sutiã, quebrando as alças, não me importando com os resmungos de Roxy. Comecei a massagear os seus seios, fazendo ela gemer alto. Tive que silência-la com os labios mas ela continuava com os gemidos baixos.

- Você sabe... que... vai compra outro né? – Roxy apontou para o tal sutiã.

- Compro vários se você quiser. - mordi o seu lábio, o puxando com força.

- Acho bom mesmo. – Roxy entrelaçou nossas pernas aproximando mais o contato entre os nossos corpos. Avancei em seu lábios e logo aprofundamos o beijo, mesmo cansados estávamos fazendo de tudo para continuar ali, já que o desejo que sentíamos um pelo outro era muito grande naquele momento.

- Eu to com um pouco de pressa. – sussurrei mordendo o lóbulo de sua orelha. – mas o seu shorts ainda esta no seu corpo.

- Tira o meu que eu tiro o seu. – Roxy sorriu esperta.

Levei as mãos até o seu shorts e o desabotoei, descendo o mesmo logo em seguida acompanhado da calcinha de Roxy. Ela fez o meus com a minha calça, já levando a minha boxer junto. Eu precisa dela, do corpo dela o mais rápido possível. Afastei um pouco nossos corpos e peguei a minha calça no chão, peguei uma camisinha no bolso da mesma e logo me posicionei em frente a Roxy de novo.

- Se apoia nos meus ombros. – pedi. Passei as mãos por baixo das coxas de Roxy, e ela logou deu impulso cruzou as pernas na minha cintura, desci um pouco o seu corpo, e direcionei o meu membro até a sua intimidade.

Penetrei-a devagar fazendo nós dois suspirarmos pesado, parei por um instante me acostumando novamente com a sensação e logo comecei os movimentos de ir e vir. Roxy gemia cada vez mais alto, e eu fazia de tudo para conseguir conter os meus gemidos. As estocadas eram lentas, profundas e precisas. Roxy arqueou as costas, mostrando que já estava para chegar em seu orgasmo,  a partir dai fui o mais rápido possível para proporciona-la o prazer que queria.

- Nathan... – ela suspirou afundando o rosto na curva do meu pescoço, já tinha chegado ao seu ápice, enquanto eu estava quase chegando no meu. Continuei as estocas fortes e rápidas enquanto Roxy fazia um leve carinho na minha nuca e costas. Não demorei nem mais doi minutos e cheguei ao meu ápice. Relaxei meu corpo ainda segurando a Roxy, assim como ela havia feito, afundei meu rosto na curva de seu pescoço e esperei minha respiração se normalizar...

Saimos do banheiro enrolados no roupão. Joguei uma toalha para Roxy secar os cabelos e a puxei para a cama. Nos abraçamos e comecei a secar o seu cabelo mecha por mecha enquanto ela fechava os  olhos. Acordei ela para colocar o pijama. Coloquei um calção folgado e nos deitamos outra vez, pegando no sono sem precisar de carinho, estavamos muito cansados.

                                Nareesha’s Pov

Os cinco meses que seguiram não foram muito diferentes, os meninos faziam shows, iam a rádios, entrevistas, enquanto eu ia todo mês fazer o ultrassom, as vezes acompanhada do Siva. Bem... a maioria das vezes foi sem ele, já que era só pisar na rua que já vinha alguém fotografar ou algo do tipo.

Estavamos todos sentados na sala conversando sobre o show da noite passada, todos estavam em uma conversa animada, mas eu estava me sentindo um pouco estranha. Comecei a sentir uma dor insuportável na região da barriga.

- Seev... – o chamei mordendo o lábio inferior para conter um grito.

- Oi amor. - ele me olhou rindo, mas logo o sorriso  sumiu. – Nareesha. - ele pegou em minha mão.

- Hospital. – pedi fechando os olhos fortemente, cada vez aquela dor ficava mais forte e mais intensa.

- G-GENTE A NAREE TA SENTINDO DOR! - Siva gritou alarmado.

- Ai meu Deus vai nascer. - ouvi a voz de Jay.

- Seev levanta ela!!!! - Megan gritou.

- O Carro. - Nathan correu para fora de casa.

- Megan vai com a Naree no carro e você também Seev. – Roxy falou.

Eu já estava no colo do Siva, gritando, escandalizando de tanta dor. Fui colocada no banco de trás enquanto Meg se sentou ao meu lado me dando dicas de respiração para tentar me sentir um pouco aliviada. Seev e Nathan entraram correndo no carro, dando partida logo em seguida, por sorte não tinha transito em Londres, então demoramos menos de 15 minutos para chegar ao hospital.

- Uma cadeira de rodas. - Jay surgiu do nada enquanto Nathan abria a porta.

- Coloca ela aqui Seev. - Nathan falou e Siva me pegou no colo,  tremendo um pouco, e me colocou na cadeira.

Me levaram até dentro do hospital que estava um pouco cheio. A cada minuto qu se passava meus gritos eram mais altos, assustando assim algumas pessoas que passavam por ali.

- O MOÇA!! – Tess parou uma enfermeira. – Minha amiga esta para ter um filho. – ela gesticulava desesperada.

- Preecham a ficha dela, enquanto eu a levo. – a moça correu até a cadeira de rodas e começou a empurra-la. Fui levada até uma sala com um médico e mais algumas enfermeiras. Fui deitada na “cama” e a única coisa que eu podia ouvir, era o médico me pedindo para fazer força. Eu estava atordoada, não conseguia fixar meus olhos em um ponto fixo, tudo estava embaçado, e os sons dos meu gritos eram cada vez piores.

Eu já estava entrando em desespero, com medo de demaiar, ou alguma coisa ruim acontecer comigo ou ao meu filho... só fui acordada dos meus pensamentos negativos, quando ouvi um choro alto na sala, arqueei um pouco as costas afim de ve-lo, mas a dor delas ainda não tinha passado. Uma das enfermeiras pegou um controle e ajeiou a posição da cama me fazendo ficar mais ereta.

- NAREESHA ONDE ELA ESTÁ? - Seev abriu a porta da sala de parto rapidamente.

- Eu to aqui. – respondi ainda com a voz meio fraca.

- Amor... você ta bem? - ele segurou em minha mão,ainda não percebendo o bebê que estava sendo limpo pelas enfermeiras.

- Estou. – respondi tentando olhar por cima os ombros do Siva.

- Onde esta o nosso... - seev se virou de costas e se calou.

- Aqui está o bebê. - a enfermeira mostrou ele.

- Eu posso segura-lo? – pedi.

- Ah... claro. – ela sorriu e colocou meu filho delicadamente sobre os meus braços.

- E... ele é lindo ... meu Deus. - Siva o olhava com uma mão na boca e a outra mão o acariciando.

- Ele é perfeito. – sorri largamente.

- E-ele é nosso mesmo? - ele sorriu abobalhado.

- Sim amor.  Nosso, só nosso. – entrelacei nossas mãos.

- Ele é a sua cara. - de repente os olhos de Siva começaram a lacrimejar  enquanto ele brincava com os dedinhos do bebê.

- Amor, não chora. Se não eu vou chorar também. – olhei dele para o nosso filho.

- Ele é nosso Naree, nosso. - ele me beijou, depois beijou a cabeça do bebê.

- Noss Dex. – sorri.

- Com liçenca, você vai ser transferida para o quarto agora. - a enfermeira sorriu.

- Esta bem. – suspirei.

Uma das enfermeiras pegou o meu filho no colo, enquanto Siva me ajudava a me colocar na cadeira de rodas. Seev me levou até o quarto sendo acompanhado pela enfermeira e fui colocada na cama novamente.

- Obrigada. – sorri.

- O bebê vai ficar aqui com a senhora certo? Depois o medico vem fazer os testes nele. - a enfermeira colocou o bebê no bercinho e saiu.

- Amor ele é lindo. - Siva me deu um rápido beijo.

- É por que ele é nosso filho. – falei e Siva começou a rir.

- Vou pegar o Dex. - ele se virou no berço e o pegou, primeiramente desengonçado, mas logo conseguiu segura-lo. - ele é tão mole. - Siva riu.

- Siva ele acabou de nascer. – comecei a rir. – você queria que ele fosse como?

- Mas dá ate medo de quebrar ele sem querer. - ele riu. - meninão do papai, vai arrasar com as garotas. - Siva brincou com suas mãos, como se fosse um toque.

- Não quero meu filho igual o Thomas não. – brinquei.

- Naree, ele vai arrasar corações. - Siva riu.

- Lógico que vai, ele vai ser lindo. Na verdade ele já é lindo. – peguei nas mãozinhas do Dex.

- Vamos ter que ficar de olho sempre nele. - ele sorriu. - acho que os outros vão querer entrar agora.

- Será que a enfermeira já não avisou a eles?

- Não sei, vou chamar eles certo?

- Esta bem. – respondi. Siva me deu um selinho rápido e me entregou Dex. Enquanto ele ia chamar o resto do pessoal, eu fiquei admirando o meu filho, era até estranho ficar com ele no colo, tão pequeno e delicado. Passei os dedos por seu rostinho e comecei a acariciar suas pequenas bochechas.

- Podemos entrar? - ouvi a voz de Claire assim que a porta foi aberta.

- Olha a coisinha fofa nos braços dela. - Megan entrou no quarto.

- Mais um homem na casa! - Jay festejou.

- Cala a boca idiota, o bebê não pode ouvir zoada. Ele é igual a mim. - Nathan sorriu.

- Awn que coisinha mais linda. – Roxy se aproximou. – posso segura-lo.

- Vai com a titia Dex. – Entreguei ele a Roxy cuidadosamente.

- Nathan ele é bem mais bonito que você. – Roxy riu.

- Ei! Somos os dois os gatos da casa. - Nathan brincou com os pezinhos dele.

- É meu filho. - Siva falou orgulhoso.

- Mano, da vontade de morder ele. - Claire riu.

- Nada de morder meu filho. – brinquei.

- Ele vai ser pegador iguais os tios. – Tom abraçou Max de lado.

- Vai pegar muita mulher. – Max riu.

- Vai sair pra  balada com a gente. - Jay e Nathan bateram as mãos.

- Até lá vocês não vão aguentar nem sair de casa. - Megan gargalhou.

- Vão estar beirando os quarenta já. – Roxy a acompanhou.

- Bem feito. O meu filho vai ser jogador. - Siva sorriu e no mesmo instante Dex começou a chorar.

- Ou cantor com esse tom vocal. - Jay gargalhou.

- Acho que ele não gostou da ideia de ser jogador. – Max riu.

-  Parem de falar do futuro do meu filho. – sorri.

- Ah Naree da ele pra mim. – Roxy brincava com as mãoszinhas dele.

- Ta vendo Naree? Nosso filho é tão perfeito que os outros querem. - Seev sorriu.

- Deixa eu segurar. – Tess pediu a Roxy que logo o entregou.

- Naree agora que ele vai ficar no meu apartamento mesmo. – Roxy sorriu.

- Nada disso. Eu não saio do lado dele de jeito nenhum. - Siva resmungou.

- Mas ele vai passar alguns dias la em casa. - Megan sorriu.

- Primeiro no meu apartamento. – Roxy falou. – eu sou a sozinha daqui, eu mereço.

- Lá em casa depois. – Max comentou.

- Naree, olha isso. - Siva riu.

- Quando ele crescer um pouco ele passa o dia na casa de vocês. – falei.

- Ai a Megan já vai te tido o filho dela. – Roxy riu. – ebaa! Ele vai ficar comigo.

- Roxy! Você não sabe de nada, então o bebê tambem fica comigo. - Megan mostrou a língua.
 
- Mas eu vou ser a babá dele. - Claire se orgulhou.

- Nossos filhos serão amigos. – Max sorriu orgulhoso. – então ele vai ficar lá em casa sim.

- Epaa! Mais um bebê a vista. – Tom riu.

- Gente vocês estão supondo as coisas. - Megan sorriu envergonhada.

- Um bebê é a felicidade gente. Se o de voces for menina, pode fazer casal com o Dex. - Siva riu.

- Owwn imagina que fofura. – Roxy falou animada.

- Gente... - Megan estava vermelha.

- Ah amor. – Max a abraçou.

- Imagina que lindo os dois seriam juntos. – Tess sorriu.

- Mas eles não seriam primos? - Nathan coçou a cabeça.

- Não bocó! - Jay bateu na cabeça dele.

- Nossa Nathan tem dias que eu me pergunto como você pode ser tão devagar. – Roxy revirou os olhos.

- Ah gente, eu só não liguei as coisas. - ele sorriu.

- A gente percebeu. – Tom riu.

- Então vamos deixar a Naree e o Dex descansar gente. - Siva falou.

- É gente, eles precisam descansar. - Megan riu.

- Vamos. – Roxy entrelaçou suas mãos as de Nathan. – Tchau Naree, tchau Dex.

- Tchau lindinho. – Tess riu me entregando Dex.

- Tchau bad boy. - Jay tocou nas mãos de Dex. – tchau naree. - depois me abracou e saiu com Tess.

- Vamos Meg. – Max a chamou.

- Tchau Naree, tchau coisa fofa. - ela se despediu.

- Vamos Claire, estou com fome. – Tom riu. – Tchau pra vocês.

- Tchau a todos. - Nathan saiu puxando Roxy e logo o quarto foi esvaziando.

- Amor vou passar a noite aqui com você. - Siva falou.

- Esta bem. – sorri.

- Todos na internet já sabe do nascimento do nosso príncipe. - ele mexia no celular.

- E o que estão falando? – perguntei.

- Muitas querem ver uma foto dele e nos parabenizando. Outras querem ser madrinhas. - ele riu.

- Foto ainda não. – pedi. – espera sairmos do hospital, ai se você quiser postar uma foto dele tudo bem.

- Tudo bem sem problemas. - ele me abraçou.

- Não vai chorar não é?! – falei rindo.

- Eu vou me aguentar. - ele fez voz de choro.

- Eu te amo. – dei-lhe um selinho rápido.

- Eu também te amo. - ele me olhou carinhoso. - e ele é a prova maior do nosso amor.

- Com toda a certeza. – sorri largamente.

- Dorme, descansa que hoje voce fez muito esforço.

- Descansa você também.

Me deitei na “cama”, e me virei de frente para o Siva que estava sentado na poltrona ao lado. Entrelacei as nossas mãos e fechei os olhos já pronta para descansar, não demorou muito e logo adormeci.

                                  FIM...

Sasa: E nossa fic chegou ao fim... todo mundo chorando comigo. Eu quero agradecer a vocês leitoras, que todos os dias nos incentivavam a continuar escrevendo, que nos deram total apoio, e agradecer aos comentários... desde os mais divertidos, e aos que me fizeram chorar... é gente eu chorei haha. Vou agradecer a louca da Jess também por ter me aguentado esses cinco meses escrevendo essa fic. Puta merda! Foram 5 meses com essa fic e agora ela chegou ao fim. Eu espero que tenham gostado de cada parte desta fiction, das engraçadas, fofas, românticas, até as mais tristes, deprimentes e dramáticas. Enfim obrigada por tudo... ADEUS NOXY! :’(... e agora nos vemos em Friends, lovers or Nothing.

Jess: gente,infelizmente Wathever it takes acabou, e isso é triste porque eu propria me apeguei a essa fanfic. pedindo desculpas a todas por qualquer coisa. A Sasa por sempre me esperar pacientemente para escrever ela, enfim, seus comentários sempre nos incentivavam e nos davam um sorriso a mais. Obrigadas a todas e espero que não nos abandonem, pois vem ai outra, fanfic nossa. Um bjo bem grande a todas e continuem falando com nós no Twitter. Ta chega porque eu falo demais :D beijo gente .